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Prefeitura Municipal de Ituberá

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Prefeitura de Ituberá executará projeto de atenção à saúde mental e acolhimento psicológico

29/09/2021 às 13h15

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Durante o mês, a Prefeitura de Ituberá intensificou as ações de conscientização alusivas ao setembro amarelo, de atenção à saúde mental e prevenção ao suicídio. Foram realizadas palestras, rodas de conversa e divulgação dos serviços que ocorrem durante todo o ano nos setores da assistência social municipal e da saúde. 

Por meio de um projeto desenvolvido pela psicóloga e primeira-dama do município, Karine Sepúlveda, Ituberá executará novas ações voltadas à saúde mental a partir do mês de outubro. Serão contratadas duas psicólogas para atuação Hospital Municipal Dr. Antônio da Costa Pinto Dantas, no pronto atendimento à crise em formato de plantão e com modalidade itinerante nas unidades básicas de saúde. Além da equiparação salarial dos psicólogos e criação da sala de acolhimento. 

“Precisamos de atos concretos que se perpetuem para além de setembro, quem em primeiros de outubro e em todos os demais meses do ano, de janeiro a janeiro, quando o amarelo sumir em cor nas ruas, nas redes sociais, as pessoas possam ter para onde ir quando alguma crise fazer ruptura e exigir cuidado técnico especializado”, pontuou a psicóloga Karine Sepúlveda. 

Ontem (28), a equipe do CREAS realizou uma palestra sobre o setembro amarelo, serviços ofertados no local e para prevenção ao suicídio, diante das necessidades verificadas no serviço social. 

“Estamos aqui para poder acolher quem precisar, seja violação de direitos, seja pessoas que precisem conversar, e a gente poderá direcionar para o melhor acompanhamento possível, desde que as pessoas não se calem e tenham a certeza que conversar e desabafar com alguém que você confie, um profissional ou alguém da sua família, ainda é o melhor caminho”, afirmou a coordenadora do CREAS, Vera Lúcia Pereira. 

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) têm funcionamento de segunda a sexta-feira e recebem os cidadãos para acolhimento e, posteriormente, encaminham aos serviços de saúde. 

“Hoje, na cidade, a porta de entrada desse tipo de patologia é a emergência e o CAPS. Tem a psicóloga, enfermeiro e tem um ambulatório psiquiátrico que pauta todas essas questões. Muita importante saber que o número 188, do CVV (Centro de Valorização da Vida), funciona 24 horas e tem voluntários capacitados para te ouvir, se você precisar em um momento de angústia e não chegar até uma emergência ou ser encaminhado até o CAPS”, explicou a psicóloga Manuela dos Santos.